Arquivo do mês de novembro, 2009

Alow?

A propósito, quem lê esse blog? Acordei com essa pergunta na cabeça.

Manifeste-se nos comentários e ganhe um vale paçoquinha.

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Das coisas que eu não entendo

Se tem uma coisa que me incomoda bastante é o tipo de comportamento onde o hábito é estabelecer regras infundadas e exigir que as mesmas sejam seguidas, assim, do nada. É o mesmo que chegar a uma pessoa que você não conhece, olhar para os pés dela e dizer: “ei, você não pode usar essa meia de bolinhas, só essa com listras de zebrinha.. u.u”. Eu não entendo, mas a analogia também não ajudou muito.

Refiro-me ao Twitter, mais especificamente à sua forma de utilização. Dia desses li mais um comentário, dentre tantos, dizendo que o Twitter não é para isso, não é para aquilo, que as pessoas estão usando de forma equivocada e não sei mais o que. Mas perai… cadê o manual, tio? No meu entendimento o uso do Twitter, inicialmente, era bem subestimado em comparação a hoje. Porque você chegar a uma página web e digitar em no máximo 140 caracteres o que você está fazendo não me soa muito produtivo. Aí hoje aparecem regras alienígenas? Eu hein.

Mas o negócio foi crescendo, ficando popular, “badalado”. Todo mundo tem. Todo mundo quer. Uma loucura. Algumas empresas usam para vender, outras promover, profissionais de diversas áreas para compartilhar conhecimento, marcas para reunir consumidores, vovós para divulgar suas receitas de bolinhos de chuva e algumas celebridades não usam para nada relevante. Fato. Mas… é.

Só que aí tem gente que só usa mesmo como mais um “canal de comunicação” com os conhecidos. Tá, um canal não tão relevante e pessoas não tão conhecidas assim, mas e daí? E daí que as pessoas querem enviar tweets inúteis para seus followers? E daí que preferem trocar algumas palavras pelo twitter ao invés de usar e-mail ou programa de mensagem instantânea? E daí que acham legal compartilhar detalhes da sua vida pessoal? Mas… e daí? Acredito que o “problema” todo é resolvido quando você clica em “unfollow”. Pronto, olha quanto esforço. Não precisa enviar mais e mais tweets reclamando que essas pessoas estão utilizando o twitter DELAS de uma forma que você não concorda, e escrever posts em blogs, organizar movimentos, protestos sem roupa pelas ruas e… tá, sem protestos. Mas é mais ou menos assim, contagia.

Então eu não entendo a birra que algumas pessoas teimam em cultivar com relação aos “Joselitos” da internet. Uma vez sendo assim, dificilmente ficar ditando regrinhas e dando liçõezinhas resolverá alguma coisa. Pergunta se essas pessoas se importam? Se elas ligam para o que você fica cricrizando por ai? E além do mais tudo é fase, tudo cansa, tudo enjoa. O uso equivocado dessas ferramentas sempre tem um fim, é só olhar para trás e constatar.

Porque o que é bom e produtivo sempre resiste, com ou sem Joselitos. Não tem porque despender tanta energia com tanto “blá blá blá”.

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Apagão para todos

E lá estávamos nós, assistindo Ídolos, quando a escuridão chegou abruptamente e nos envolveu por completo, nos cegando e tiran… er…

Tá,  parei. Não levo jeito pra coisa.

Mas caiu a energia, né? Daí vai enxergar o que naquele breu? Ainda bem que o Diego já tinha cantado, senão teríamos ficados bem mais p****. Mas sobre Ídolos eu talvez-quem-sabe escreva depois, já que esse programa faz parte da pequena lista de coisas que ainda assisto na televisão (mesmo não sendo AQUELA coisa toda).

Voltando, enxergava nada né. Nadica de nada. Aí saem as duas criaturas tateando as paredes, tascando joelho em móveis e tropeçando no degrau da porta. Pensa só! Ainda bem que eu já tinha preparado as velas e deixado no jeito! Daí foi fácil evitar os futuros hematomas. Mais eficiente só se tivesse um lampião igual ao do meu avô.

Mas é engraçado o que acontece quando estamos desprovidos de energia, né?

“ÓH CÉÉÉÉUS, O QUE EU VOU FAZER AGOOOOORA? MEU COMPUTADOOOOOR, INTERNEEEEEET, MSNNNNN, NEM TELEVISÃOOO… AHHHHHHHHHHH”.

Cadê minha pipoca de microooooondas?!?!?!?!?

Cadê minha pipoooooooca de microooooondas?!?!?!?!?

Tá, nem tanto assim, né? Quase.

“É só alguém cavar o buraco certo no lugar errado, fazer cair uma ou doze subestações, e então nossa era digital cai feito conexão discada quando alguém tira o fone do gancho.”

Texto retirado daqui.

É bem isso mesmo. Ficamos “perdidos” . O que você faz? Acende umas velas e vai meditar? Trocar ideias com seu amigo imaginario? Escolher arroz? Catar coquinho? Dormir? Ou esperar a energia voltar pra nerdear mais um pouco?

Náh. Eu tive a sorte de ter alguém comigo lá, pra conversar, rir um monte, ler revistas não lidas, contar/ouvir histórias, ficar imaginando coisas com a sombra das velas </childbehaviour>, reparar mais em quem está ao nosso lado e perceber que são em momentos assim, quando somos retirados a força da nossa rotina, que conseguimos aproveitar um pouco mais do que chamamos de “convivência”.

Enfim, mas e você? Contaí o que fez durante o apagão (tá, nem tudo, ok?). Mas sem finais bobinhos como o desse post.

:D

Update: gostei dessa crítica sobre o apagão.

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LazyWeekend

Final de semana de muita preguiça, chuva e de coisinhas novas. Depois de trabalhar no sábado pela manhã, passei o restante do dia zumbizando, mas não deixei de aproveitar a oportunidade de conhecer o trabalho da banda Dona Zefinha, no show que rolou no SESC aqui de Prudente.

Galera da banda :)

Eita pessoar fotogênico! XD

Pensa numa galera animada e teatralmente contagiante! Além do som, a capa do novo CD me agradou bastante, embora a parte de trás seja a mais legal (mas não achei pra mostrar). Vale a pena conhecer o trabalho deles. Gosto de coisas diferentes e essa, com certeza, surpreendeu bastante.

Dona Zefinha é uma banda de música brasileira, autoral e independente, que mistura música, teatro e dança a partir de elementos sonoros, cênicos e coreográficos, invocando os arquétipos ancestrais das manifestações da cultura popular brasileira.

São elementos inspiradores: a música contemporânea urbana, a música tradicional rural, desde as origens “ibero-afro-ameríndia” da musicalidade brasileira a sua relação com outras culturas.  A forte percussão, o baixo “groovante”, a variedade dos ritmos e melodias que ora remetem a musicalidade renascentista, ora a música de raiz.

O show é performático, recheado de poesias, improvisos e comicidade. Personagens estranhos que aparecem e desaparecem. O roteiro e a marcação cênica quebram a organização estática criando uma movimentação interessante no palco.

“ibero-afro-ameríndia”… uau! Seja lá o que isso for </gonorânça>, quero assisti-los novamente! =D

<geekthings>

De resto, passei o final do sábado instalando o Windows 7 (que por hora tem me surpreendido com o desempenho superior ao Vista), e também  experimentando o “novo” Orkut, que de novo não tem muita coisa não. Não gosto quando a reformulação de um sistema vem acompanhado de características visuais do sistema anterior. Penso que já que foi feito tanto alarde sobre a nova interface, que pelo menos não misturassem as coisas. Outra coisa são partes do conteúdo dos perfis ficarem “escondidas”, a alguns cliques de serem encontradas. Não sei se gostei ou se é falta de hábito. No mais acho a mudança válida, porque o acesso a alguns itens está bem mais rápido (scrapbook, por exempo). De qualquer forma não é algo relevante na minha vida </orgulho>, mas acho que para quem desenvolve sistemas é importante analisar as mudanças. Não me controlo.

</geekthings>

Já domingo foi dedicado ao edredom quentinho. Porque, me diz… quem, em sã consciência, desperdiçaria uma manhã dominical chuvosa e friazinha fora da cama? Alguém que tivesse algo melhor para fazer, eu sei. Mas nesse caso, eu não era esse alguém. Tirando a montagem da árvore de natal (sim, eu adoro essas coisinhas de natal), fui ao teatro assistir à peça “Dois perdidos numa noite suja“, com André Gonçalves e Freddy Ribeiro.

Dois perdidos numa noite suja

Paco, fazendo seu cafézinho "diliça"!

Só tenho a dizer que a atuação do André Gonçalves está fantástica nessa montagem, e que a agonia e tensão permeiam o espectador do começo ao fim. A atmosfera perturba e incomoda, o personagem Paco irrita, ao mesmo tempo que nos faz admirar a construção feita por André. Como disse Marcelo, o personagem Paco é autêntico, e por isso convence.

Mas ao contrário do que se espera de toda história, não há luz no fim do túnel. E como eu não levo jeito nenhum para escrever críticas (e nem tenho essa pretensão), só tenho a dizer que é uma ótima peça!

Bom, é isso pessoas! Perdoem-me pelo post “diarinho”, mas não vou evitar escrever sobre o que me “der na telha”. Ah, e sobre o novo Orkut, ainda tenho alguns convites restantes. Quem quiser, manda mensagem pelos comentários.

:D

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Dias com chuva

É bom passar um tempo sozinho, assim, pela manhã. Dá pra pensar em coisas que estão esperando para serem feitas, planejar o dia, planejar a noite, sonhar acordado, pensar no que faz falta e correr atrás, cuidar da mente, produzir ideias, ouvir o silêncio, passear entre os pensamentos e concluir que a vida é assim, um conjunto de pequenos momentos que se desorganizam o tempo todo, mas que em algum sábado de manhã voltam ao seu devido lugar.

Viver é tão bom quando a gente sente aquela pontinha de felicidade ao se dar conta que tudo que fazemos vale a pena.

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ShitHappensAllTheTime

Já pensou se todas as nossas invenções dessem certo? Sonho com isso.

Eu inventaria uma faca que não me cortasse toda vez que usasse ela, evitando assim que eu ficasse preocupada, em caso de acidente, se meu dedo iria sobreviver ou não.

Já que não vim de fábrica com o neurônio responsável pela “calma e paciência” na cozinha, por que não apelar para uma ação preventiva? Pra tudo deve haver uma solução.

E nem adianta dizer que manter as facas afastadas é uma delas.

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