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Dia Nacional da Fotografia

Hoje, 08 de Janeiro, é Dia Nacional da Fotografia. Eu até teria muitas coisas para falar a respeito, mas hoje corro o risco de dizer menos do que poderia ou de uma forma menos intensa do que gostaria. Fujo de definições…

Mas fotografia pra mim é complemento, é paixão, amor, sentimento, expressão, alma… você e o momento, e só. Não consigo enxergar termos complexos e técnicos para isso, até porque penso na fotografia como uma extensão da Camila (e é bem difícil falar dela).  Talvez por não ser profissional eu sinta tudo com mais leveza e menos obrigação, então acabo deixando o prazer tomar conta do seu devido lugar e fazer com que a magia do “fotografar” nunca se perca para mim.

Me faz muito bem.

Ah, e parabéns aos amigos fotógrafos!

Mais fotos no meu site www.camilabianchi.com

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“Como eu sou um girassol…

… você é meu SOL! Tchu ru ru ru ruuuuu…”

Gosto dessa música… :)

Hello people!

Olha eu aqui com mais um post nada a ver que só eu e mais umas duas pessoas lerão. Mas o que importa é que a família tá boa, né? Obrigada.

Feriadão amanhã aqui na minha cidade (e nem vem falando que temos 485 padroeiros porque não é verdade), e estamos aqui trabalhando né? Afinal é importante garantir o leitinho das crianças… NÉ?

Véspera de feriado e o maior tempão nublado lá fora. Qual a primeira coisa que vem a cabeça num dia assim?

PIPOCA!

Você falou… PIPOCA?

HAUHAUA, me acabo! Mas enfim…

PIPOCA meus amigos… quentinha, na cama também quentinha, com filme e inércia. Talvez alguns livros pra acompanhar. Ai ai, chega logo férias… chega! :-)

Enfim, em meio a um tempo assim, só um solzinho pra alegrar a garotada. Então, taê mais uma das minhas experiências pimpolhescas no Illustrator.

Sooool

Solzinho meio banzo, dentuço e com o zóio torto, mas eu achei mega simpático. E só consegui fazer seguindo esse tutorial.

E por falar em sol, foi só postar que… TCHARAM!

(se não for sol de chuva tá bão)

:-)

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LazyWeekend

Final de semana de muita preguiça, chuva e de coisinhas novas. Depois de trabalhar no sábado pela manhã, passei o restante do dia zumbizando, mas não deixei de aproveitar a oportunidade de conhecer o trabalho da banda Dona Zefinha, no show que rolou no SESC aqui de Prudente.

Galera da banda :)

Eita pessoar fotogênico! XD

Pensa numa galera animada e teatralmente contagiante! Além do som, a capa do novo CD me agradou bastante, embora a parte de trás seja a mais legal (mas não achei pra mostrar). Vale a pena conhecer o trabalho deles. Gosto de coisas diferentes e essa, com certeza, surpreendeu bastante.

Dona Zefinha é uma banda de música brasileira, autoral e independente, que mistura música, teatro e dança a partir de elementos sonoros, cênicos e coreográficos, invocando os arquétipos ancestrais das manifestações da cultura popular brasileira.

São elementos inspiradores: a música contemporânea urbana, a música tradicional rural, desde as origens “ibero-afro-ameríndia” da musicalidade brasileira a sua relação com outras culturas.  A forte percussão, o baixo “groovante”, a variedade dos ritmos e melodias que ora remetem a musicalidade renascentista, ora a música de raiz.

O show é performático, recheado de poesias, improvisos e comicidade. Personagens estranhos que aparecem e desaparecem. O roteiro e a marcação cênica quebram a organização estática criando uma movimentação interessante no palco.

“ibero-afro-ameríndia”… uau! Seja lá o que isso for </gonorânça>, quero assisti-los novamente! =D

<geekthings>

De resto, passei o final do sábado instalando o Windows 7 (que por hora tem me surpreendido com o desempenho superior ao Vista), e também  experimentando o “novo” Orkut, que de novo não tem muita coisa não. Não gosto quando a reformulação de um sistema vem acompanhado de características visuais do sistema anterior. Penso que já que foi feito tanto alarde sobre a nova interface, que pelo menos não misturassem as coisas. Outra coisa são partes do conteúdo dos perfis ficarem “escondidas”, a alguns cliques de serem encontradas. Não sei se gostei ou se é falta de hábito. No mais acho a mudança válida, porque o acesso a alguns itens está bem mais rápido (scrapbook, por exempo). De qualquer forma não é algo relevante na minha vida </orgulho>, mas acho que para quem desenvolve sistemas é importante analisar as mudanças. Não me controlo.

</geekthings>

Já domingo foi dedicado ao edredom quentinho. Porque, me diz… quem, em sã consciência, desperdiçaria uma manhã dominical chuvosa e friazinha fora da cama? Alguém que tivesse algo melhor para fazer, eu sei. Mas nesse caso, eu não era esse alguém. Tirando a montagem da árvore de natal (sim, eu adoro essas coisinhas de natal), fui ao teatro assistir à peça “Dois perdidos numa noite suja“, com André Gonçalves e Freddy Ribeiro.

Dois perdidos numa noite suja

Paco, fazendo seu cafézinho "diliça"!

Só tenho a dizer que a atuação do André Gonçalves está fantástica nessa montagem, e que a agonia e tensão permeiam o espectador do começo ao fim. A atmosfera perturba e incomoda, o personagem Paco irrita, ao mesmo tempo que nos faz admirar a construção feita por André. Como disse Marcelo, o personagem Paco é autêntico, e por isso convence.

Mas ao contrário do que se espera de toda história, não há luz no fim do túnel. E como eu não levo jeito nenhum para escrever críticas (e nem tenho essa pretensão), só tenho a dizer que é uma ótima peça!

Bom, é isso pessoas! Perdoem-me pelo post “diarinho”, mas não vou evitar escrever sobre o que me “der na telha”. Ah, e sobre o novo Orkut, ainda tenho alguns convites restantes. Quem quiser, manda mensagem pelos comentários.

:D

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Coisinhas

Primeiro o Meleca, agora o Haroldo. Onde eu vou chegar com essas coisinhas? Minha mesa é praticamente uma fauna, que maravilha!

Haroldinho, arrasandoo corações... ;)

Haroldinho, arrasandoo corações... ;)

Logo minha fase “quero ter 6 anos de novo” passa. Ou não.

Ah, e já sabe, se quiser… blá blá blá, clique aqui.

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O Joaquim

Era uma vez um hipopótamo muito simpático, que sem saber o quão poderoso era todo esse seu carisma, acabou  conquistando todas as criaturas desse mundo e espalhando charme e rebolado por todos os lugares pelos quais passava. Foi adorado por séculos e séculos e até hoje as pessoas o recordam com saudosismo.

Tá, parei. De tosquices a internet já está abarrotada. Na verdade o Joaquim eu encontrei num blog aí com tutoriais do Illustrator. E falando mais a verdade ainda, a criaturinha nem tinha nome. Mas sabe quando você bate o olho e fala: “mas hey, você tem uma cara de Joaquim!”.

Pois é. Falem “oi” para o Joaquim, minha primeira experiência com esse mundo “comprexo” do desenho.

Diz aí se eu não sou fofinho... ;)

Olá gatchéééénhas... ;)

Se você também quer um Joaquim pra você, acesse o tutorial e bom divertimento.

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Aos 5 anos…

Brincando...

Olha só quanta arte, gente!

Às vezes a gente só quer brincar de ser criança de novo, sem precisar se preocupar se as coisas estão bem ou mal, ou se existem contas para pagar, se o IPTU está vencido, se as notas na faculdade não estão bem, se seu irmão caçula te inferniza o tempo todo, se você perdeu todo seu dinheiro apostando numa corrida de formigas ou se as jujubas que  comprou na doceria estão com o prazo de validade até 1997.

Não importa. Nada disso importa quando a gente é criança. Você vai comer as jujubas vencidas mesmo e vai achar o máximo. Bom, nem tanto assim. Pelo menos até o momento em que elas começarem a fazer efeito. Mas isso é outro caso.

Às vezes a gente só PRECISA ser criança de novo. Rolar na grama, rir de si mesmo, cantar sem se preocupar com afinação, se permitir conhecer coisas novas (sem medo), falar a verdade quando achar que deve, redescobrir como arrancar sorrisos com coisas simples, abraçar mais, pedir e dar carinho sem sentir vergonha (aquele beijinho na bochecha tão bom!), se permitir comer aquele doce favorito sem achar que vai engordar 485 quilos por isso, pular corda, correr no parque, tomar banho de chuva, contar estrelas e ficar se perguntando de onde todas elas vem…

Ser feliz, sem querer ser…

Pra ser bem sincera, ser adulto demais às vezes enche o saco.

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Fentepp 2009

UPDATE: Fotos do Fentepp 2009

Ah, o teatro! Antes mesmo de começar a namorar um ator de teatro eu já era apaixonada por essa arte. Claro que a fotografia ajudou bastante na aproximação Camila > Teatro, mas não tem com eu negar que sentar naquelas cadeiras e dedicar minha total atenção às falas, luzes, cores, cenários e emoções me satisfaz, me enche de boas energias.

Está acontecendo aqui na minha cidade o XVI Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente, o FENTEPP. Quem é daqui, por favor, prestigie. Custa quase nada e as peças estão, realmente, com uma qualidade superior as do ano passado. A organização também, nota 10! Só o que “atrapalhou” um pouco, ao meu ver, foi essa gripe maluca que está amedrontando as pessoas. O público, que já não era muito, diminuiu. Mas a organização do evento está fazendo sua parte e distribuindo máscaras e álcool em gel nas filas antes da entrada. No começo a máscara incomodava, mas agora já faz parte do ritual. Não fico sem, haha.

Quanto à fotografia, estou com algumas para descarregar. Assim que o fizer, publico no site e coloco algumas por aqui também. Tenho impressões para compartilhar a respeito de algumas delas. Mas por enquanto, a que mais me emocionou foi “Aqueles Dois“, pela sutileza e sensibilidade. Teatro narrativo, dá gosto de assistir. Meus olhos não piscam.

Talvez um dia eu me arrisque em alguma oficina. O coração pulsa forte só de pensar, mas ainda acho que não estou no meu tempo, porque tempo mesmo eu quase não tenho.

Mas vamos lá, que ainda tem muita peça pela frente! Quando der volto aqui pra contar como foi!

“Num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”

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Não pense desse modo

Dê-me seu pincel e sua tinta de cabelo que eu esboço nas paredes do seu quarto meia dúzia de rabiscos incompletos. E falo que é arte.

Para refletir…

“Ninguém me convencerá de que, em pleno século 21, crucificar-se na traseira de um Fusca, deixar-se filmar cortando a vagina ou masturbar-se numa galeria equivale a um gesto artístico. Segundo o norte-americano John Canaday, historiador da arte, os críticos de hoje temem repetir o erro cometido pelos críticos do século 19, que não compreenderam os impressionistas. Em consequência, assinam embaixo de qualquer bobagem que levante a bandeira do “novo”. Percebe a armadilha? Caso três ou quatro artistas resolvam espremer uma bisnaga de tinta no nariz de um crítico, ouvirão dele que praticaram um ato inovador. Definitivamente, não penso desse modo.”

Ferreira Gullar

bravonline.abril.com.br

Eu também não, Gullar…

O texto em itálico foi retirado daqui

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