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Dia Nacional da Fotografia

Hoje, 08 de Janeiro, é Dia Nacional da Fotografia. Eu até teria muitas coisas para falar a respeito, mas hoje corro o risco de dizer menos do que poderia ou de uma forma menos intensa do que gostaria. Fujo de definições…

Mas fotografia pra mim é complemento, é paixão, amor, sentimento, expressão, alma… você e o momento, e só. Não consigo enxergar termos complexos e técnicos para isso, até porque penso na fotografia como uma extensão da Camila (e é bem difícil falar dela).  Talvez por não ser profissional eu sinta tudo com mais leveza e menos obrigação, então acabo deixando o prazer tomar conta do seu devido lugar e fazer com que a magia do “fotografar” nunca se perca para mim.

Me faz muito bem.

Ah, e parabéns aos amigos fotógrafos!

Mais fotos no meu site www.camilabianchi.com

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Fentepp 2009

UPDATE: Fotos do Fentepp 2009

Ah, o teatro! Antes mesmo de começar a namorar um ator de teatro eu já era apaixonada por essa arte. Claro que a fotografia ajudou bastante na aproximação Camila > Teatro, mas não tem com eu negar que sentar naquelas cadeiras e dedicar minha total atenção às falas, luzes, cores, cenários e emoções me satisfaz, me enche de boas energias.

Está acontecendo aqui na minha cidade o XVI Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente, o FENTEPP. Quem é daqui, por favor, prestigie. Custa quase nada e as peças estão, realmente, com uma qualidade superior as do ano passado. A organização também, nota 10! Só o que “atrapalhou” um pouco, ao meu ver, foi essa gripe maluca que está amedrontando as pessoas. O público, que já não era muito, diminuiu. Mas a organização do evento está fazendo sua parte e distribuindo máscaras e álcool em gel nas filas antes da entrada. No começo a máscara incomodava, mas agora já faz parte do ritual. Não fico sem, haha.

Quanto à fotografia, estou com algumas para descarregar. Assim que o fizer, publico no site e coloco algumas por aqui também. Tenho impressões para compartilhar a respeito de algumas delas. Mas por enquanto, a que mais me emocionou foi “Aqueles Dois“, pela sutileza e sensibilidade. Teatro narrativo, dá gosto de assistir. Meus olhos não piscam.

Talvez um dia eu me arrisque em alguma oficina. O coração pulsa forte só de pensar, mas ainda acho que não estou no meu tempo, porque tempo mesmo eu quase não tenho.

Mas vamos lá, que ainda tem muita peça pela frente! Quando der volto aqui pra contar como foi!

“Num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”

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